Rita Soares reflete sobre os 27 anos dedicados à construção da Herdade da Malhadinha Nova e sobre o novo volume da Assouline que apresenta a sua propriedade no Alentejo como um modelo de luxo biológico.
"Sempre senti que não fomos nós que escolhemos a Malhadinha, mas sim ela que nos escolheu. Precisava de alguém que se apaixonasse por ela e lhe devolvesse a vida. Quando chegámos, a propriedade estava abandonada há 30 anos. Sem água, sem eletricidade. Mas há ali uma energia especial. Estamos dentro de uma reserva natural e, como agricultores e produtores de vinho, temos a responsabilidade de mostrar que, se dedicarmos tempo, podemos construir algo extraordinário." — Rita Soares
Artigo disponível em inglês.