O Monte da Peceguina Tinto, Branco e Rosé são alicerces da marca. A primeira vindima deu-se em 2003. A entrada no mercado surge no início de 2005, com o lançamento da linha Monte da Peceguina, cujo nome homenageia a “Peceguina Velha”, uma das casas existentes na propriedade.
O Malhadinha Tinto, Rosé e Branco são os alicerces da marca. Um casamento de castas criteriosamente selecionadas que formam o terroir da Malhadinha Nova, conferindo unicidade aos vinhos com rótulo HMN.
Os Monovarietais nascem nos anos em que a natureza permite. Aragonês e Touriga Nacional, nos Tintos e Antão Vaz, Verdelho e Arinto, nos Brancos.
O Pequeno João é uma edição especial colocada no mercado apenas em anos de excelente vindima.
O Menino António é uma edição especial colocada no mercado apenas em anos de excelente vindima.
MM da Malhadinha é uma edição especial colocada no mercado apenas em anos de excelente vindima.
O Marias da Malhadinha é o topo de gama da Herdade colocado no mercado apenas em anos de excelente vindima.
Uma mistura de castas tradicionais provenientes de uma vinha com 1,5 hectares, adquirida em 2016, próxima da Malhadinha “Vinha de Vale travessos”, plantada em 1949 e 3,5 hectares, adquiridos em 2018.
As uvas são colhidas manualmente nos primeiros e criteriosamente selecionadas na mesa de escolha. De cor âmbar intenso o Late Harvest 2015 apresenta no nariz notas intensas de alperce maduro, casca de laranja cristalizada e uma leve nuance que faz lembrar o gengibre.
Mantendo viva as tradições alentejanas, produz-se azeite, mel e produtos hortícolas, nas hortas biológicas e estufas existentes e são criadas raças autóctones em perfeita harmonia com a envolvente natural.
Os 80 hectares de vinha nascem por entre suaves encostas num solo xistoso e drenado. Inserem-se no terroir, respeitam e integram-se no ecossistema e na biodiversidade existente.
Sobre a Vinha